Aqui, o futuro não é uma promessa. É uma interrogação. Que humanidade sobreviverá à sua própria evolução? Que monstros nascerão dos nossos sonhos de perfeição? E se uma distopia futura não fosse o fim da Civilização, mas a forma definitiva que ela escolheu para continuar a existir? O amanhã já começou. E talvez já seja demasiado tarde para o reconhecer.